Separar responsabilidades: o modelo decide o número, o LLM comunica. Isso deu confiabilidade
(fallback trivial) e auditabilidade (explicação ancorada em SHAP, à prova de alucinação).
Uma ferramenta forte em vez de várias fracas: menos latência, menos chamadas ao LLM e menos
superfície de erro.
O prompt v1 deixava o LLM "chutar" a probabilidade e dar conselhos genéricos. Resolvido com regra
dura (número só da ferramenta) + guardrail de saída que descarta respostas incoerentes.
A escolha do limiar por F1 é subótima para o negócio — o ideal é decidir por custo (oferta × valor
do cliente).